Seis ex-governadores de Pernambuco cobram respeito à Constituição e punição aos corruptos

Em nota divulgada há pouco, seis ex-governadores de Pernambuco, um deles Mendonça Filho, atual ministro da Educação, pedem o “mais absoluto respeito à Constituição em vigor” e defendem “irrestrito apoio às ações desenvolvidas pelo Ministério Público e o Poder Judiciário no sentido que seja aplicado o rigor da punição a corruptos e corruptores”.

Segundo eles, “só uma ação integrada e harmônica entre os três poderes constituídos garantirá uma solução para o impasse político que o País enfrenta neste grave momento da nacionalidade”. (...) “A Nação clama por respeito à democracia e as garantias constitucionais como premissa básica para estabilidade da economia e retomada da geração de empregos”.

Íntegra da nota:

“Pernambuco deu, ao longo de sua história, notáveis exemplos de compromissos com as lutas pela liberdade, pela democracia e pelo respeito aos direitos humanos. Desde a Revolução Pernambucana de 1817, a Confederação do Equador de 1824 e a Revolução Praieira de 1848 que estamos na vanguarda das melhores causas nacionais.

Nós, ex-governadores de Pernambuco, firmamos posição - neste momento de grave crise política, ética e econômica - em defesa dos princípios democráticos e do mais absoluto respeito à Constituição em vigor, fruto da luta de milhões de brasileiros.

Defendemos irrestrito apoio as ações desenvolvidas pelo Ministério Público e o Poder Judiciário no sentido que seja aplicado o rigor da punição a corruptos e corruptores. As investigações de desvios de recursos públicos devem ser levadas às últimas consequências.

Só uma ação integrada e harmônica entre os três poderes constituídos garantirá uma solução para o impasse político que o País enfrenta neste grave momento da nacionalidade. A Nação clama por respeito à democracia e as garantias constitucionais como premissa básica para estabilidade da economia e retomada da geração de empregos”.

Assinam a nota: Gustavo Krause, Jarbas Vasconcelos, João Lyra Neto, Joaquim Francisco, Mendonça Filho e Roberto Magalhães.

O GLOBO 

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